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Caminhão Iveco de Gerard De Rooy termina em primeiro lugar na 11ª etapa do Ralli DAKAR













 O piloto holandês era o líder no momento em que a organização da prova cancelou o trecho 
especial por conta do mau tempo e do elevado risco de acidentes. 

 Após 54 minutos de prova, o italiano Miki Biasion ficou com o 7º lugar, e o holandês René 
Kuipers com a 12º posição


 A Iveco finalizou a 11ª etapa do Rali Dakar com o primeiro lugar conquistado pelo holandês
Gerard De Rooy, o piloto do Iveco  Powerstar de número 500. O percurso realizado ontem
(16/01) aconteceu entre as cidades argentinas de La Rioja e Fiambalá. Por causa do mau
tempo e da forte correnteza em rios que acompanham o trajeto dos caminhões, o trecho
especial  – que tinha um total de 219 quilômetros  – foi cancelado após 190 quilômetros de
disputa. Os outros dois caminhões Iveco ficaram com a 7ª (Miki Biasion) e a 12ª posição (René
Kuipers).

 No ranking geral da categoria Caminhões, Gerard de Rooy está em 5º lugar, a 01h00min00s do
primeiro colocado, o russo Eduard Nikolaev (que terminou a 11ª etapa em 3º). Ainda na
classificação geral, o holandês René Kuipers, piloto do Iveco Trakker Evolution III, está em 9º, e
o italiano Miki Biasion, que guia o Iveco Traker Evolution II, em 15º lugar.


O belga Tom Colsoul, navegador do caminhão de De Rooy, lamentou o cancelamento que 
ocorreu: "Se dependesse de mim, os caminhões poderiam continuar, mas não é assim que o 
mundo do rali funciona. Após 190 quilômetros, vimos nosso principal adversário - Nikolaev –
com um pneu furado. Outros competidores também estavam com problemasn nos pneus, e 
nos favorecia”.

 O chefe da equipe, Gerard De Rooy, concordou com Colsoul: “Após os obstáculos dos dias 
anteriores, estavámos indo muito bem na 11ª etapa. Realmente, foi uma pena que os 
caminhões não tiveram autorização para competir até o final. Agora, temos olhar para a 
frente, para a etapa desta quinta-feira”.

 O desafio da 12ª etapa nesta quinta-feira (17/01) é percorrer 396 quilômetros de 
deslocamentos e 319 quilômetros de especial, entre Fiambalá, na Argentina, e Copiapó, no 
Chile. Os caminhões cruzarão a Cordilheira dos Andes para retornar ao Deserto do Atacama. 
Haverá uma série de dunas na metade da especial, e os pilotos serão obrigados a enfrentar 
imensos – e perigosos – montes de areia.





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