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(Opinião) Sinotruk é o seu caso. Matéria da Transporte Mundial.










 A revista Transporte Mundial abril um espaço para o pessoal do trecho para fazer reclamações das montadoras de caminhões, e a Sinotruk já marcou sua visita nesse novo espaço, veja abaixo como foi:

Faça como o transportador Natalino Simas, que não permite que injustiças aconteçam, e divulgue os problemas que tenha com fornecedores de produtos e serviços. Compartilhar a informação é a melhor forma que você tem para forçar as empresas melhorarem os seus produtos e serviços. E, se você tem algum problema, escreva para nós para que todos os leitores fiquem sabendo e para que a empresa se posicione e resolva os problemas. Para isso, basta escrever para o e-mail: transportemundial@motopressbrasil.com.br, sempre colocando um telefone para contato, além do e-mail. Agora, veja abaixo o caso que o Natalino nos relatou e a posição da Sinotruk sobre o problema:

Natalino Simas, um dos sócios da Transportes Almeida Simas, de Matias Barbosa (MG),  está decepcionado por ter incentivado um amigo do Rio de Janeiro (nome omitido) a adquirir o caminhão Sinotruk Howo 380 6x2.
 
Embora não seja a vítima da história, Natalino, que também adquiriu três unidades do modelo, pagas à vista, segundo ele, hoje se arrepende e se sente culpado pelos transtornos vividos pelo amigo. Essa indignação também repercutiu na forma de crítica à Transporte Mundial, sendo que Natalino relacionou uma matéria sobre o modelo, publicada na revista, edição de agosto de 2012 (foto acima), como: “belíssima reportagem paga”. Fato que não corresponde à realidade. 

Todas as reportagens são isentas e baseadas na apuração de informações prestadas pelos porta-vozes das fabricantes e do mercado e jamais se coadunariam com qualquer fabricante, cobrando por divulgação editorial. A reportagem citada apenas apresentou a chegada do Sinotruk ao mercado.

A montadora caiu em descrédito junto a Natalino, depois que o “amigo carioca” teve problemas no suporte de molas e, pouco antes do Carnaval passado, outra quebra na engrenagem do cubo redutor, isso dentro do período de garantia e com apenas oito meses de uso do veículo. Por conta disso, o caminhão ficou parado por 45 dias. “Como pode uma fabricante de caminhões, que se diz a maior do mundo, vir para o Brasil e deixar um cliente pagando prestação, com seu caminhão parado mais de 45 dias, aguardando peças para que seja consertado?”, indaga o consumidor. 

Segundo Natalino, o amigo teve que contratar um advogado, e o problema só foi resolvido depois de a concessionária retirar as peças necessárias de um caminhão à venda. “Já fizeram vários ‘vales’ nesse caminhão para atender a outros clientes”.  O reclamante espera que esse seja um fato isolado e que isso não aconteça com os três que comprou. “Gostamos de diversificar para conhecer todas as marcas e poder falar bem ou mal com conhecimento de causa”, completa Natalino.


Bom o Midia Truck Brasil tem a dizer sobre isso? Nós nunca tivemos dentro de uma unidade da Sinotruk é eu mesmo vejo poucos deles, mais para uma empresa que fez uma publicidade alta esse tipo de problema foi meio idiota, porque, se você pensar, como que ela pode dizer que é a montadora líder do mundo tem falta de peças? Se é a maior não devia trazer um caminhão montado e peças que de para montar mais 5? Afinal, o nosso Brasil tem um problema, um câncer na verdade que é as péssimas condições das rodovias e BR pelo país, por mais que um caminhão seja feito para durar, ele acaba quebrando, estragando, não importa se é um Scania ou Volvo, todos quebram ou a SinoTruk acha que seus caminhões não quebram? Se não quebram eu quero 2 por favor!

 Agora vamos ser justo e colocar o direito de resposta da SinoTruk.

À  Transportes Almeida Simas
Carta de esclarecimento
Prezado Senhor Natalino,

A Sinotruk Brasil, em conjunto com a sua rede de concessionárias, está em busca de resoluções rápidas e eficientes para que nenhum dos nossos clientes tenha de enfrentar transtornos por falta de peças. Sabemos e temos a consciência de que é inadimissível um caminhão ficar parado. Isso significa prejuízos ao transportador. 

Compreendemos a sua preocupação pelo o que houve com seu amigo, mas garantimos que se trata de um fato isolado. Estamos trabalhando, como já mencionamos, para que não haja mais situações parecidas. Admitimos a falta de alguns itens de peças de reposição em nosso estoque e, por conta disso, tivemos dificuldades em liberar nossos pedidos, porém, esse cenário já mudou e estamos liberando alguns containers de peças ainda esta semana para que possamos abastecer a rede com os itens que faltaram.

Mesmo diante desse incidente, garantimos ao Senhor e a todos os clientes Sinotruk que representamos uma das maiores fabricantes de caminhões do mundo com uma história que iniciou na década de 30. 

A estrutura na China é apta para atender às necessidades de peças em todos os mercados onde atua. No Brasil, a Sinotruk mantém um Centro de Distribuição de Peças  na cidade de Colombo, localizada a apenas a cinco quilômetros da importadora da Sinotruk, a Elecsonic. O local, em funcionamento desde 2011, possui estrutura para atender toda a rede Sinotruk no Brasil. Além disso, a Sinotruk irá construir uma fábrica na cidade de Lages, em Santa Catarina nos próximos anos.

No que diz respeito aos nossos produtos, a linha de caminhões Howo foi um sucesso de vendas no Brasil e sua trajetória fez com que a Sinotruk lançasse a linha de caminhões Premium A7 que estará à venda nos próximos meses. Clientes que já possuem o caminhão Howo estão ansiosos com a chegada desse modelo.

Por todas essas razões, garantimos que o nosso objetivo para o mercado brasileiro é fortalecer cada vez mais a marca Sinotruk no Brasil e garantir soluções aos nossos clientes. As concessionárias estão sendo preparadas para oferecer um pós-venda de excelência. 

Quanto à reportagem publicada pela revista Transporte Mundial, garantimos que trata-se de uma mídia (reportagem) espontânea, sem a necessidade de investimentos para isso. Trata-se de uma publicação séria e temos o interesse em, futuramente, oferecer um dos nossos caminhões para que a equipe da revista possa realizar testes e mostrar suas impressões aos leitores. 

Estaremos sempre à disposição para quaisquer dúvidas e esclarecimentos.

João Silvano, diretor de operações da Sinotruk Brasil
Curitiba, 8 de maio de 2013
Marcos Villela

 Como podem ver, não foi uma nota muito clara, mais quanto aos 45 Dias que o caminhão ficou parado? é porque um Advogado teve que entrar na historia? Enfim, deixo a você leito desse blog tirar sua conclusão mais agora só gostaria que a SinoTruk me respondesse uma coisa. Como ela deixa uma publicidade ser publicada com o nome errado da própria empresa? Se você ler o enunciado da publicidade está escrito S I N O T R U C K quando o nome não tem a letra C. 

 Não estamos querendo dizer para você não comprar, se você pesquisar existe esses problemas em varias montadoras, Scania, Volvo, Iveco, Mercedes - Benz, entre outras, mais fica a questão, Vale a pena?




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