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Amigos de longa data

















Em 35 anos de história, Transportadora Guardia acompanha evolução dos caminhões Scania, da Série 1 ao motor Euro 5 

 Como bons e velhos amigos, a Transportadora Guardia, de Catanduva (SP), e a Scania evoluíram juntas. Desde a fundação da empresa, em 1978, a montadora faz parte da história de seu proprietário, Walter Guardia. Ao longo de 35 anos dessa trajetória, a empresa teve em sua frota caminhões Scania das linhas Série 1, Série 2, Série 3, Série 4, PGR com motor Euro 3 e os mais recentes: 17 unidades do modelo R 440 6×4, com motor Euro 5.

 Os novos veículos foram adquiridos entre o final de 2012 e o início de 2013, e estão operando em diversas atividades, como o transporte de açúcar refinado em rotas entre o interior de São Paulo e o Porto de Santos. “Comecei comprando meu primeiro caminhão quando a empresa ainda nem existia e nunca mais parei”, conta. O empresário afirma que a relação com a Scania começou antes mesmo da transportadora, quando ainda era motorista autônomo e adquiriu seu primeiro L 75.

 Atuando no transporte de carga geral por rotas ao longo de todo o Brasil, a empresa foi crescendo aos poucos e, consequentemente, aumentando sua frota com caminhões cada vez mais modernos. “Na década de 1990, nós compramos praticamente só caminhões Scania”, lembra. Hoje, a Guardia conta com 109 caminhões à disposição e o proprietário estima que 50% deles sejam da marca. “O Scania mais antigo que temos ainda em operação é um 113. É o mais velhinho por aqui, mas também um dos melhores”, brinca o proprietário.

As vantagens de ser Scania

Os motivos para manter-se fiel à Scania durante tantos anos são simples: “o desempenho dos caminhões é excelente, além da economia de combustível em comparação aos demais”, aponta Walter. Além disso, o empresário destaca a parceria com as concessionárias – atualmente, a Guardia cultiva um bom relacionamento com a Escandinávia de São José do Rio Preto (SP). “Temos oficina própria, mas fazemos muitos serviços com a concessionária, que, assim como a matriz da Scania, sempre foi uma grande parceira.” Ele também destaca a importância do Scania Banco, instituição que viabilizou o financiamento de alguns de seus caminhões novos: “são recursos interessantes que não existiam quando comecei”.

Em meados dos anos 1980, Walter parou de dirigir e passou a dedicar-se apenas à administração da transportadora. Porém, mesmo depois de tanto tempo longe da estrada, ele avalia que os veículos melhoraram muito de lá para cá, principalmente no que diz respeito ao trabalho dos motoristas. “Acho que nem tenho mais jeito para pilotar os caminhões de hoje, mas ficou muito mais fácil e seguro com a tecnologia. Passei muito apuro viajando sem câmbio automatizado, direção hidráulica e ar condicionado”, recorda.

Walter também acredita que os próprios motoristas mudaram. “Na minha época, aprendi na prática, dirigindo caminhão sem carteira de motorista para ajudar meus irmãos.” Atualmente é preciso acompanhar o mercado de transportes, cada vez mais exigente com questões que sequer existiam quando ele começou a trabalhar. “O mercado mudou muito e a gente tem que acompanhar. Por exemplo, antigamente não havia tanta preocupação com emissão de poluentes, e hoje o caminhão é fabricado pensando nisso”, finaliza.

*Esta reportagem foi publicada na edição 157 da revista Rei da Estrada 

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