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Caminhoneiro da ‘quebradinha de asa’ presta depoimento e diz que queria se divertir



















José Gleicyano de Albuquerque apareceu em vídeo realizando manobras perigosas; na Polícia ele afirmou estar arrependido

 O caminhoneiro que dirigia o bitrem que realizou as manobras conhecidas como 'quebradinha de asa',Jose Gleicyano de Albuquerque, 26 anos., prestou depoimento à Polícia Civil na noite desta quinta-feira (20). Ele que está arrependido por ter feito as manobras que foram filmadas por um colega e tiveram repercussão nacional. José Gleyciano afirmou que o ato foi impensado e que 'jamais pensou em causar transtornos para ninguém'.

 O motorista relatou também que realizou as manobras para 'se divertir um pouco', já que a viagem era muito longa. Ele não soube informar precisamente o dia em que huve a filmagem das manobras, mas disse à Polícia que o caso ocorreu no mês de fevereiro de 2014, quando fazia uma viagem até a Fazenda Vale Verde, no município de Tapurah.

 No depoimento, o carreteiro reiterou que no momento da filmagem trafegava por uma rodovia estadual, sentido à cidade de Ipiranga do Norte. Ele disse que teve vontade de fazer as manobras e pediu, via rádio, para que o também caminhoneiro, Ronair Muniz de Farias, de 37 anos, registrasse tudo com uma câmera digital.

 Jose completou que ultrapassou a carreta de Ronair e começou a fazer a 'quebradinha de asa'. O homem, de 26 anos, falou que a rodovia estava quase sem movimento e que parou com a brincadeira quando dois veículos passaram pela estrada. Ele acrescentou que não sabia que a ação era crime, que tinha apenas ouvido comentários sobre as manobras e que aquela foi a primeira vez que praticou isso.

Andamento do caso

O delegado regional da Polícia Civil, Henrique de Freitas Meneguelo, lembrou que o outro caminhoneiro Ronair de Farias também prestou depoimento e confirmou que havia filmado as manobras, porém alegou a prática de atitude semelhante.

Henrique reiterou que o procedimento policial do caso está em conclusão e que será encaminhado para Tapurah, pois foi lá onde o fato ocorreu. "A punição pela prática destas manobras pode chegar a quatro anos de detenção e suspensão do direito de dirirgir", finalizou o delegado.

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