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O futuro é agora



 Entre os mais jovens participantes do MMCB 2014, os mineiros Leonardo e Gustavo reconhecem a importância das novas gerações para a recuperação dos valores da profissão

 Quem viu Leonardo Magalhães chegando para disputar a etapa regional de Contagem (MG) do Melhor Motorista de Caminhão do Brasil 2014 com apenas 22 anos de idade não poderia imaginar que apesar da pouca idade estava ali um empresário do transporte.

Para Leonardo, o futuro do transporte brasileiro
 está na parceria entre transportadores e motoristas
 Com o amor pela profissão herdado do avô e do pai, ele começou na carreira aos 18 anos, aos 19 comprou o primeiro caminhão e atualmente conta com quarto na frota, gerando empregos. “Se eu comecei na carreira impulsionado por ganhar as estradas e conhecer lugares e pessoas, hoje tenho total consciência do meu papel e responsabilidade e por isso me dedico para continuar crescendo”.

 Atuando com o transporte de minério, ele diz que, como transportador, precisa ir além de números para garantir os resultados do seu negócio. “Para uma boa gestão de frota e crescimento é preciso olhar para o motorista, tê-lo não como funcionário, mas como um parceiro”, afirma, completando sobre a satisfação ao ver o seu sentimento compartilhado com a Scania a partir da iniciativa do MMCB: “a valorização da Scania ao motorista serve de incentivo para que nós continuemos a acreditar na profissão e reunamos forças para enfrentar os muitos desafios e momentos de maior dificuldade”.

 Gustavo Santana (foto principal), que participou da mesma etapa que Leonardo, então com 23 anos, concorda com o colega. “O MMCB é um grande reforço aos valores da profissão e à autoestima do motorista já que, infelizmente, a carreira ainda é muito marginalizada. É por isso que nós, da nova geração, temos que driblar as intempéries e trabalhar para mudar essa realidade”, enfatiza.

 Ele é graduado em Logística, mas sempre quis ser motorista e, assim que terminou o curso, foi atrás do seu sonho. Buscou uma colocação no transporte de cegonha por considerar o setor o mais bem estruturado. “A graduação é uma bagagem a mais, mas é o meu empenho que vem abrindo portas”, conta ele, que além de tentar fazer o melhor no cotidiano de trabalho, procura manter-se atualizado sobre tecnologias dos veículos, treinamentos para o setor e situação do mercado.
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