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Usiminas divulga prejuízo, desativa áreas e vai demitir



Medida da siderúrgica deve gerar 4.000 demissões


 São Paulo. Nesta quinta não foi um bom dia para os acionistas da Usiminas. Além de anunciar um prejuízo líquido de R$ 1,042 bilhão no terceiro trimestre do ano, ante perdas de R$ 24 milhões no mesmo período do ano passado, a empresa informou que vai desativar as áreas primárias da usina de Cubatão, no Estado de São Paulo. Com a medida, as demissões devem chegar a 4.000 empregos diretos e indiretos, segundo a Usiminas. “Este ajuste no quadro funcional deverá ocorrer com mais intensidade no inicio de 2016, acompanhando o cronograma de desligamento dos equipamentos da usina, que deverá ser concluído em três ou quatro meses”, esclareceu a empresa em comunicado.


 O presidente do Sindicato dos Siderúrgicos e Metalúrgicos da Baixada Santista, Florêncio Rezende de Sá, disse nesta quinta que as demissões poderiam chegar a mais de oito mil empregados diretos e indiretos e informou que a Usiminas comunicou a decisão de interromper as atividades da unidade apenas nesta quinta, mas sem detalhar prazos e quantidade total. Segundo ele, a siderúrgica gera 10 mil empregos diretos e indiretos na região.

 No comunicado enviado nesta quinta à Comissão de Valores Mobiliados (CVM), a Usiminas afirmou que o processo de desativação visa reposicionar a empresa em “um novo patamar de escala e competitividade, perante um contexto econômico de deterioração progressiva do mercado siderúrgico”.

 A usina de Cubatão deixará de produzir placas, mas serão mantidas as atividades das linhas de laminação a quente e a frio, e as operações relacionadas ao terminal portuário. A linha de laminação de chapas grossas ficará suspensa. Hoje, cerca de 40% do aço bruto produzido pela Usiminas vem dessa unidade.

 Gerdau. A Gerdau encerrou o terceiro trimestre de 2015 com prejuízo líquido de R$ 1,95 bilhão, revertendo o resultado positivo de R$ 261,951 milhões registrado no mesmo período do ano passado. O lucro líquido ajustado somou R$ 193 milhões, um recuo de 26,3% ante o apurado em 2014.

 O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado somou R$ 1,291 bilhão, avanço de 4% ante o registrado um ano antes. A margem Ebitda ficou em 10,8% entre julho e setembro de 2015, ante 11,6% de igual intervalo de 2014.A receita líquida da empresa totalizou R$ 11,92 bilhões no terceiro trimestre de 2015, 11,4% maior que o registrado em 2014.

Bradesco tem lucro de mais de R$ 4 bi

 São Paulo. Diferentemente das siderúrgicas, o banco Bradesco apresentou crescimento de 6,3% em seus lucros no terceiro trimestre de 2015 na comparação com o mesmo período de 2014. Nesse período, o banco teve um lucro líquido contábil de R$ 4,12 bilhões. Em relação aos três meses anteriores, quando o resultado foi de R$ 4,473 bilhões, porém, houve retração de 7,9%. A carteira de crédito expandida do banco fechou setembro em elevação de 2,4% na comparação com junho.

Via O Tempo.
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