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Pensata: Onde estamos indo? A que ponto chegamos?



 Hoje em dia, não apenas o setor de transporte passa por uma crise que se alonga a anos, na verdade, tudo que envolva movimento está em crise. Empresas de transporte coletivos vivem sofrendo greve por parte de seus funcionários, onde muitas vezes, ônibus são queimas ou apedrejados, afinal “vou botar fogo nesse ônibus para um transporte coletivo melhor”.  

 Mas hoje em dia temos também bastante tecnologia a nossa disposição, é principalmente para nós comunicar, afinal, talvez você seja novo demais, e caso seja, não deve se lembrar das caixas de correios em frente aquela mercearia do seu bairro, antigamente para se participar de um concurso, você tinha que mandar uma carta, sendo que hoje basta acessar algum website. Mas sem mais delongas, chegamos onde eu queria, sim, falar um pouco das redes sociais.

 Se você é um usuário de redes sociais, você está sempre recebendo notícias do mundo, é claro que alguns temas se sobressaem mais do que outros, como a atual política, mas as redes sócias te dão oportunidade para conhecer grupos e participar, grupos que defendem partidos, culturas e outros. No facebook por exemplo existe vários grupos sobre transporte, como por exemplo o Transporte em Foco, onde são publicada notícias, fotos e os seus usuários, que muitos são caminhoneiros, discutem o atual cenário do transporte, porém existem grupos que afirmam que defende a classe dos motoristas mas no final geram só mais polemicas, discussões é rivalidade.   

 Há vários grupos que se dizem anti quebrada de asa, manobra perigosa que alguns motoristas fazem é eles mesmo gravam ou “flogueiros” é postam na internet ou nas redes sociais, o que foi tema de programas de Tv nas emissoras Globo e Record por exemplo.  O problemas com esses grupos é que alguns tentam ir a algum lugar e acabam fazendo coisas incabíveis e que fogem totalmente de uma defesa a classe trabalhadora dos motoristas de caminhão. Há um tempo atrás, algumas páginas começou certa perseguição que nas redes sociais e conhecido como “Trollagem” a um certo rapaz que era um fã de uma motorista de carreta que é bem conhecida nas redes sociais, o problema é que isso tomou grandes proporções, no qual, esse rapaz recebia comentários com xingamentos em seu perfil, é como se isso não fosse o bastante, tempo depois, se espalhou um foto intima dessa motorista pela rede, ou seja, aqueles que se dizem defender a classe, estava de certa forma destruindo a imagem e sem contar podendo até causar problemas a aquela motorista.

 Se a gente quer defender a classe, porque não vamos a fóruns sobre transporte, para saber como esta as coisas e talvez ter ideias que podem mudar o transporte, afinal, somos jovens e dizem que somos o futuro, então porque não usamos a nossa capacidade de aprendizado rápido para tentar criar algo revolucionário? Ou melhor, se você mora perto de um pátio de uma empresa porque não vai lá, onde motoristas dorme por dias dentro do caminhão e oferece uma ajuda, leve um suco gelado ou simplesmente faça companhia para ele?

 Sabemos que o transporte precisa de uma grande inovação para ser de qualidade para aquele que transporta novas rodovias, leis de apoio ao motorista, pontos de apoio dignos entre outros, mas já que são muitas coisas porque não ajudar ao motorista? Talvez nunca sabemos o que são poucos que fazem realmente algo para o transporte. Sabemos que muitos dizem fazer, mas no final acaba prejudicando e causando problemas, então eu te pergunto novamente: Onde estamos indo? A que ponto chegamos? 

Érico Pimenta - editor chefe do Midia Truck Brasil. 
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