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Greve dos caminhoneiros continua e chega ao oitavo dia

Foto: Renan Gouvêa/Inter TV


 Proposta imposta pelo então presidente Michel Temer não agradou aos motoristas como foi anunciado

Texto de Érico Pimenta. Editor-Chefe do Midia Truck Brasil

 A Greve dos caminhoneiros chega nesta segunda-feira, dia 28, ao seu oitavo dia, com paralisações em Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins, e também no Distrito Federal.


 Ontem, domingo (dia 27), o Presidente Michel Temer, anunciou medidas a fim de dar um fim na greve dos caminhoneiros, entre essas foram:

1) A redução de R$ 0,46 no preço do litro do diesel. Isso corresponde aos valores do PIS/Cofins e da Cide, somados. Segundo Temer, o governo irá cortar do orçamento, sem prejuízo para a Petrobras;

2) A garantia de congelamento do preço do diesel por 60 dias. Depois disso, o reajuste será mensal, de 30 em 30 dias;

3) Será editada uma Medida Provisória para a isenção de eixo suspenso em praças de pedágios, tanto em rodovias federais, como nacionais;

4) O estabelecimento de uma tabela mínima de frete, conforme previsto no PL 121, em análise no Congresso;

5) A garantia de que não haverá reoneração de folha de pagamento no setor de transporte de carga;

6) A reserva de 30% do transporte da carga da Conab para motoristas autônomos.

 Tais propostas não agradou a todos, principalmente na questão do valor do diesel já que após 60 dias o governo mencionou que o reajuste seria mensal, e ele pode voltar ao valor praticado no mercado atualmente.


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