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Sindicato dos caminhoneiros poe em xeque o uso dos bitrens na Argentina

Volvo FH 540 6x4, uma das opções para o uso de bitrens na Argentina. Foto Dieciocho Ruedas
 Dieciocho Ruedas

 O noticiário argentino especializado em transportes Dieciocho Ruedas realizou uma investigação no qual a o chama de exaustiva em que entrevistou transportadores, fabricantes de implementos, caminhoneiros e funcionários do setor logístico. O objetivo era saber qual a razão da oposição ao uso de bitrens na Argentina pelo Sindicato dos Caminhoneiros, que não se tornou publica, mas que de forma superposta, exerce pressão do sindicato para os embarcadores, para as implementadoras e por fim seus clientes a fim de deixa claro a oposição. O portal ainda menciona que o sindicato dos caminhoneiros segue a política do Presidente da Federação dos caminhoneiros, o Sr. Hugo Moyano, no qual anunciou na época ser contrario ao uso dos implementos do tipo bitrem, porém, abre exceção caso as transportadoras atendesse às suas duas exigência que seria o uso de dois motoristas por caminhão é um acrescimento de salario acima de 30% para os motoristas que fossem trabalhar com os bitrens.





  Ainda de acordo com o Dieciocho Ruedas, se essa premissa for cumprida, a exploração desses equipamentos torna-se antieconômica e acabará não sendo a solução que está sendo buscada para o transporte. Menores custos logísticos e o preço dos produtos podem atingir níveis mais baixos em diferentes regiões do país. A União não percebe que essa medida é prejudicial às economias regionais, que estão mais longe dos centros de consumo da Argentina. Os bitrens não só melhoram o custo logístico, como também a segurança no trânsito e as condições de direção dos motoristas. Dieciocho Ruedas conseguiu "in off", a informação que várias empresas foram procuradas pelo sindicato, para que eles parem de operar bitrens. Empresas como a Arauco, especializada em madeira e uma das pioneiras no uso desses equipamentos, não as utilizam ou só as utilizam de forma muito limitada. Também o transporte de combustível foi afetado, após o registro da União, para que estes equipamentos nos sejam utilizados, até que eles cumpram o que acreditam como legítimo, ter 2 motoristas por equipe e 30% de mais salário.


Scania R620 V8 da YPF, transportadora de combustíveis na Argentina.
 Outra parte afetada são as implementadoras, segundo o noticiário argentino, os fabricantes estão muito preocupados como a Vulcano, Ombú, Dannes, Hernann, entre outros, já que na época da sanção da lei e a regulamentação dos bitrens, as fabricantes adquiriram maquinário, expandiram suas empresas e número de colaboradores, então esta situação está colocando em risco a economia dessas empresas e empregos. Também os motoristas autônomos, que nesta situação e para evitar conflitos com o sindicato, retiraram as unidades das rotas. Agora a lei não diz que você tem que pagar o salário adicional (30%) ou que você tem que ter treinamento especial para operar conjuntos do tipo bitrem. E o mais importante, essa categoria de equipamentos e motoristas não está expressa no Acordo Coletivo de Trabalho dos Caminhoneiros. Um motorista de bitrem é o mesmo que um motorista de reboque ou escalável, não tem diferenças salariais ou de tratamento.

As leis de trânsito na Argentina

 As últimas reformas nas lei de trânsito permitiram, por exemplo, que não a necessário tirar uma licença especial para trabalhar com bitrens. O estado também autorizou os bitrens até 22,40 m de comprimento e 60 Toneladas, e podem circular livremente, soluções que buscam fazer com que esses caminhões sejam usados ​​regularmente. Em vista disso, o Dieciocho Ruedas deixa claro em sua reportagem que não há razão legal para exigir o uso de dois motoristas por caminhão e um salário adicional. O site ainda alega que tudo isso tem um histórico político e a ignorância de como os bitrens, em vez da proteção dos motoristas. Os implementos não custam menos de U$S 300 mil, valor que nem todos estão disposto a investir. As empresas que operam essas implementos precisarão de um contrato de trabalho, de modo que esses caminhões trabalhem permanentemente entre os pontos A e B. Ou seja, eles são necessários por mais de um motorista por unidade, se operarem 24 horas por dia, mas não dois drivers em simultâneo. Portanto, é uma falácia que os empregos sejam perdidos. Um motorista bi-trem viajará mais quilômetros por mês, menciona o noticiário.

 Outro ponto interessante levantado pela reportagem do Dieciocho Ruedas e que os cavalos trator para se trabalhar com bitrens teve ter alguns itens de segurança de série, o que traz mais segurança ao motorista o que de certa forma não é valida a exigência de um salario de 30% maior, porém caso a empresa queira recompensar o seu motorista que seja experiente e não tenha ocorrências, ela pode fazer. A reportagem ainda cita que o importante agora é conhecer as verdadeiras razoes por essa oposição “Teremos que estar atentos, uma vez que esta medida apenas colocará centenas de postos de trabalho em risco, contrariamente ao que a União proclama para proteger as fontes de trabalho. . Por outro lado, para continuar nessa posição inflexível, a carga será transferida para outros meios de transporte, como a ferrovia, já que o mesmo pouco a pouco está sendo desenvolvido e muitos embarcadores antes dessa situação com o sindicato, estão vendo o trem como uma solução” finaliza.



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