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Devido ao ataque a Arábia Saudita petróleo sobe 15%, porém Petrobras diz a Bolsonaro que não vai mexer no preço dos combustíveis



A Arábia Saudita é o maior exportador global de petróleo

Texto de Érico Rafael Pimenta. Editor-chefe do Midia Truck Brasil com informações de Reuters e O Globo
  
 Em entrevista à emissora TV Record, o presidente Jair Bolsonaro comentou que a estatal Petrobras não vai mexer no preço dos combustíveis no país após o ataque com drones a instalações petrolíferas da Arábia Saudita no último sábado.

 A preocupação e receio vem devido a política de preços empregada pela estatal que segue os valores internacionais mais a variação do dólar, com isso, devido ao ataque e o aumento de 15% no valor do petróleo é esperado um aumento significativo nos valores.





 O governo federal já zerou os impostos da Cide e não podemos exigir nada de governadores no tocante ao ICMS. Conversei agora há pouco com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e, como é algo atípico, ele não deve mexer no preço do combustível” comenta o presidente Jair Bolsonaro.

  O presidente ainda citou o Cartão Caminhoneiro: “Com esse cartão, lançado há poucos dias, o caminhoneiro pode chegar no posto e comprar X litros de óleo diesel, e por 30 dias esse preço estará garantido para ele”.

  A citação de Bolsonaro ao Cartão Caminhoneiro vem do receio de uma possível alta no preço do óleo diesel que pode provocar uma reação imprevisível dos caminhoneiros. O governo não sabe como a categoria receberia um aumento repentino no valor do combustível e teme a “fúria” dos motoristas.

 Em maio, anúncio de um novo aumento no diesel irritou a classe dos caminhoneiros que ameaçaram a fazer uma nova greve, naquela ocasião, um acordo costurado pelo Ministério da Infraestrutura estabeleceu que o custo do diesel seria repassado para a tabela de fretes sempre que o combustível subir mais do que 10%.



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