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A VOZ DELAS


FPT Industrial apoia projeto sobre liderança feminina no Pantanal

“Pantanal à voz das mulheres” apresenta o olhar e a percepção das mulheres pantaneiras, que lutam para mudar suas chances de vida em meio a um bioma ameaçado

F onte da maior concentração de faunas das Américas e maior planície alagada do mundo, o Pantanal grita por ajuda. Nos últimos dois anos, mais de 2 milhões de hectares de mata pantaneira foram devastados pelas queimadas, retirando as pessoas de suas casas. A crise causa problemas socioambientais e afeta a subsistência das comunidades locais. “Pantanal, à voz das mulheres”, projeto apoiado pela FPT Industrial, apresenta o olhar e a percepção das mulheres que lá vivem, muitas delas arrimo de famílias, que lutam para mudar suas chances de vida em meio a um bioma ameaçado.

 Lançado por meio de um e-book, a iniciativa da Sair do Casulo busca dar voz ao público feminino da região, que encabeça projetos, iniciativas ou negócios.

 As narrativas colhidas pela jornalista Luana Ferreira demonstram os desafios enfrentados pelas mulheres pantaneiras, cerca de 48% da população local. São pescadoras, agricultoras, professoras, profissionais da saúde, empreendedoras, artesãs, líderes comunitárias que presenciaram desmatamento, seca, focos naturais e criados pelo homem. A relação destas personagens envolve afeto, tradição e trabalho. 



 “A unanimidade entre as mulheres é a preocupação com relação ao Pantanal. Em meio a tantas transformações, elas se veem diante de escolhas que suas antepassadas não tiveram que fazer: abandonar o território, desenvolver novas formas de trabalho e renda ou lutar pelos direitos da terra e à terra”, afirma Luana. A solução, narra a jornalista, é investir numa cadeia sustentável de plantio, extração, comercialização e descarte. “O Pantanal é fundamental, pois estabiliza o clima, conserva o solo e distribui água para diferentes territórios”, pondera Luana.

10 mulheres, 10 histórias, 10 perspectivas  

Os depoimentos incluem histórias como as de Lemárcia, cuja família sempre viveu na região e hoje se dedica a produção de bolsas. Aos 39 anos, ela recorda do rio sempre cheio e do Pantanal alagado, realidade que não existe mais. “Quando meu filho tiver 20 anos, será que terá água por aqui?”, questiona. Para Aline, que também atua junto à associações, movimentos de agricultura familiar, cooperativismo e assistência social, a participação da mulher contribui com discussões mais amplas e inclusivas. Em sua visão, o contato com a natureza faz o indivíduo entender sobre os valores da vida. “Conheço muitas mulheres que estão à frente da agricultura familiar e já têm se envolvido em projetos de preservação ambiental, principalmente com relação ao acesso à água”, diz.

 Atualmente, existem cerca de 80 grupos (associações, coletivos, cooperativas, etc.) de mulheres que vivem na região do Pantanal. Até 2015, elas representavam 70% dos trabalhadores de pesca de iscas. "Minha identidade está aqui: sabores, aromas e amores", reflete Laura, para quem o território é um lugar sagrado. Pela permanência da terra fértil, da saúde e do senso de pertencimento, Laura tem se destacado como liderança à frente de sete atividades. "Nossa identidade vale muito. Faz parte do meu trabalho conversar com as pessoas daqui sobre o valor que as terras têm para a nossa história e para nosso futuro”.

 Com a crise ambiental, Dona Maria da Glória e sua família não conseguem mais pescar ou produzir a rapadura e farinha que vendiam principalmente para turistas, que sumiram em função das queimadas e da pandemia. Mas ela quer virar esse jogo e já começou a se movimentar: junto a jovens da comunidade, atuou no plantio de mais de 1 mil mudas em apenas um ano. “É muito bom saber que com educação e esforço, a gente pode contribuir, mesmo que com um pouco, com a situação do Pantanal”, afirma.



MULHERES EM POSIÇÃO DE LIDERANÇA

 A Organização das Nações Unidas dedicada a promover o empoderamento feminino, ONU Mulheres, sublima que alcançar a igualdade de gênero e enfrentar a crise climática e ambiental são dois dos desafios para o desenvolvimento sustentável. Marca integrante do Iveco Group, a FPT Industrial incentiva as mulheres em posições de liderança, rumo a um futuro mais verde. Iniciativas como o “Pantanal, à voz das mulheres” promovem melhores condições e, sobretudo, oportunidades de vida. 

 “A diversidade no ambiente de trabalho é um dos valores essenciais na quebra de paradigmas, principalmente em meios predominantemente masculinos. Como marca que valoriza mulheres líderes, valorizamos o protagonismo na formação de novas competências, que nos auxiliarão nos desafios para o futuro”, reforça Isabela Costa, gerente de Marketing da FPT Industrial para América Latina.

O e-book do projeto está disponível para download no site sairdocasulo.com.br.

Sobre a FPT Industrial

 FPT Industrial é uma marca do Iveco Group, dedicada ao design, produção e comercialização de motores para veículos on-road e off-road, aplicações marítimas e de geração de energia. A companhia emprega mais de 8.000 pessoas em todo o mundo, em 10 fábricas e sete centros de P&D. A rede de vendas da FPT Industrial consiste em 73 concessionárias e cerca de 800 centros de serviço em quase 100 países. Uma ampla oferta de produtos, incluindo seis gamas de motores de 42 HP até 1.006 HP, transmissões com torque máximo de 200 Nm até 500 Nm, eixos dianteiros e traseiros de 2 toneladas a 32 toneladas. A FPT Industrial oferece a mais completa linha de motores a gás natural do mercado para aplicações industriais, com potências que vão de 50 HP a 460 HP. Esta ampla oferta e um forte foco em atividades de P&D tornam a FPT Industrial líder mundial em powertrain. Para mais informações, visite www.fptindustrial.com e www.blogdafpt.com.br ou acompanhe as novidades da marca no Facebook e no Linkedin.


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