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Caminhoneiros noruegueses rebaixam bancos de caminhão e governo cria alerta para tal prática

Banco com sua base rebaixada. Divulgação




Knut Sylta da Administração Pública de Estradas da Noruega menciona que pratica não é recomendada pelos fabricantes de caminhões 


 De certa forma, comum no Brasil, o rebaixamento do banco do motorista gera polêmicas, existem os famosos detetores da frase: É meu e eu faço o que eu quiser, e já por outro lado outros são contra tal pratica, já que não e algo original de fábrica.  


 Na Noruega essa pratica tem ficado também de certa forma comum. “Vemos que os condutores de camiões especialmente mais jovens removem a estrutura inferior do banco do condutor. Além disso, eles dirigem sem ar no assento, de modo que a visibilidade pela janela dianteira é muito ruim”, diz Sylta. 





 Nos últimos meses, os inspetores do oeste de controle externo perceberam que essa é uma tendência recorrente. Cerca de dez caminhões foram parados onde os motoristas estavam com seus bancos rebaixados. O último em uma verificação no Halhjem E39. 


 Isso vai além da visibilidade que os motoristas deveriam ter. Alguns também tinha uma mesa encima do painel, e então a visibilidade é ainda pior, diz Sylta. 


 Ainda de acordo com a Administração Pública de Estradas, uma mudança na construção do banco ou a remoção de sua base para o rebaixamento é uma reconstrução tão significativa que deve ser aprovada.  


 Trata-se de segurança em torno da visibilidade e, não menos importante, da fixação do assento. Vamos exigir que a conversão seja documentada por um fornecedor como Scania ou Volvo, e então o carro deve entrar em uma estação de tráfego para visualização e ter a conversão aprovada lá, diz Sylta. 

 

 Ele acrescenta que eles receberam sinais de fornecedores de que não aprovariam tal conversão. Eles querem que tudo seja original, conforme aprovado pela fábrica. 

 

 Ao remover a estrutura original do assento e inserir uma nova, você altera a construção do carro. Isso em si não é lei sem aprovação, diz Sylta. 

 

 A conclusão é que todas as mudanças em um caminhão devem ser documentadas, e os inspetores da Administração Pública de Estradas da Noruega serão extremamente cuidadosos com isso no futuro.  


Midia Truck Brasil com informações de Tungt.to (Eivind Bye)


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