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Escavadeira Link-Belt ajuda a manter a tradição dos balseiros do Rio Uruguai

Quando o rio está muito seco ou agitado, escavadeira 210X2 auxilia na estabilização da balsa durante a atracagem 

 

 No início do século passado, o rio Uruguai foi amplamente utilizado para o escoamento das riquezas do Oeste de Santa Catarina e do Noroeste do Rio Grande do Sul até a Argentina. Para realizar a travessias de matérias-primas importantes para o desenvolvimento local, como a madeira, eram utilizadas balsas feitas de tábuas amarradas umas às outras até formar uma grande jangada. A atividade, que se estendeu até o desenvolvimento de rodovias e ferrovias na região, originou a chamada tradição dos balseiros do Rio Uruguai. 

 

 Apesar de, hoje, o escoamento da maior parte das riquezas serem feitas por outros meios, a travessia de pessoas e veículos entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, via balsa, ainda é uma realidade e constitui parte importante da história de ambos os Estados. Entre as figuras que ajudam a manter essa tradição viva está Aldoir Borges dos Santos, proprietário da empresa Dui Terraplanagem, em Itapiranga (SC). 





 Além de ter atuado como balseiro durante muitos anos, atualmente Borges presta serviços para uma das balsas que realiza a travessia do rio Uruguai, com a ajuda de sua escavadeira: uma 210X2, da marca Link-Belt. Esporadicamente, quando o rio está muito seco ou agitado, a máquina ajuda a estabilizar ou puxar a balsa para facilitar a atracagem. 

 

 Quando não está auxiliando a balsa a atracar, a 210X2 pega carona com o meio de transporte para realizar serviços de terraplanagem – que é a especialidade da empresa – no Rio Grande do Sul. “Desde 2015, utilizo a escavadeira Link-Belt para atender, principalmente, agricultores locais. Recentemente, a máquina completou 10 mil horas de operação e o que posso dizer é que é a melhor escavadeira que há. Em quase seis anos de uso, não precisei fazer quase nenhum reparo nela. Por isso, quero adquirir mais um modelo da marca Link-Belt em breve”, contou Aldoir Borges. 

 

 A Dui Terraplanagem é atendida por Ricardo Bolis, vendedor do distribuidor Pavimáquinas, que representa os equipamentos da Link-Belt no Oeste de Santa Catarina, tendo como limite a BR 116, e no Norte do Rio Grande do Sul. Sediada em Chapecó (SC), a Pavimáquinas oferece o escopo completo de atendimento aos clientes locais, o que inclui a venda de equipamentos, peças e serviços. 


Sobre a LBX Company 


 A matriz da LBX está localizada em Lexington, no Estado do Kentucky (EUA) e suas origens datam de 1874. A marca é sinônimo de equipamentos inovadores para as indústrias florestal, reciclagem, demolição e de manuseio de materiais. 


 Atua nas Américas, de Norte a Sul, atendendo a uma base de clientes leais em parceria a uma forte rede de distribuidores. Por intermédio dos distribuidores, são fornecidos treinamentos, peças, serviços e suporte técnico para os proprietários de equipamentos Link-Belt. 


Sobre a Link-Belt Latin America 


 As escavadeiras Link-Belt® chegaram na América Latina em 2004, mas ganharam ainda mais espaço no mercado latino-americano a partir de 2012, quando a LBX do Brasil, subsidiária da americana Link-Belt Excavator Company, empresa do grupo japonês Sumitomo, se estabeleceu na cidade de Sorocaba (SP). Deste então, os equipamentos têm aliado a tradição da marca americana de quase 150 anos de mercado com a tecnologia e qualidade consagradas da indústria japonesa.  

 


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